terça-feira, 12 de agosto de 2008

UM TOQUE A MAIS

Amigos (as) busquemos a verdade do Gênese Bíblico.

Assim voltemos ao comentário passado...

Olha aí meu(minha) caro(a) amigo(a), o que se não viu no nosso rosto, no se enxergar no espelho do Gênese.

A serpente é astuta. A mulher é mais sagaz do que o homem, mas caiu na armadilha da ardilosa serpente. A serpente semeou a dúvida quanto aos bons propósitos de DEUS para com eles em relação à proibição de comer dos frutos daquela árvore, e depois de mentir, negando os efeitos mortais do fruto, fez despertar em Eva a ambição e o desejo falando-lhe das vantagens que obteria se se alimentasse daquele fruto, sendo a maior delas a de que seus olhos se abririam e seriam como DEUS, conhecendo o bem e o mal.


Nisso a serpente falou a verdade, no que foi confirmado por DEUS, conforme vimos antes, mas perderam a imortalidade.

Depois de comer desse fruto eles só poderiam viver eternamente se comessem do fruto de uma outra árvore colocada também no centro do Jardim do Éden, a Árvore da Vida, mas para que tal não acontecesse - pelo que se presume ter sido em razão de não serem mais confiáveis - foram banidos por DEUS para fora do jardim do Éden, para viverem sujeitos aos sofrimentos resultantes das penalidades conseqüentes, tendo como termo a condenação à morte.

E assim é que estamos nós os mortais nesta vida terrena como passageiros em trânsito numa jornada que começa no berço e termina no túmulo, ou como acreditam alguns, dentre os quais eu me incluo, que berço é porta de entrada, e morte porta de saída para uma vida em outra dimensão.

Mas o homem sempre fraco diante da mulher não resistiu ao convite que esta lhe fez.

A serpente não resolveu tentar diretamente o homem porque talvez achasse ser bem mais difícil essa via: convencido o homem, o homem depois convenceria a mulher aos propósitos engendrados pela matreira serpente.Essa ordem era inviável para a astuta serpente que devia conhecer bem a diferença da natureza dos dois sexos. Era preciso seguir o caminho inverso. Primeiramente seduzir a mulher para depois a mulher fazer o homem também cair na sua armadilha.

Foi assim, com essa esperteza, que a serpente conseguiu o que se conhece hoje na Bíblia por queda do homem, que resultou no afastamento deste do paraíso com a sua conseqüente perda da imortalidade.

Deu certo, a serpente foi vitoriosa nos seus maus propósitos e até hoje a humanidade sofre e vive o drama da morte.

E até hoje, na realidade de ser mortal, nas influências existentes entre o homem e a mulher, as coisas sempre aconteceram e acontecem conforme previsto pela arguta serpente: o feminino sempre se sobrepôs ao masculino na capacidade de persuasão, significando dizer que a terrível serpente conhecia bem a natureza de ambos.

É o que vimos, amigos(as). Isso é só o começo do que não tenho a pretensão de continuar. Um símbolo, uma parábola, uma alegoria, uma conversa de encantamento?!... Nada disso é real? É o sopro da voz do vento? É a nuvem que passa carregada e depois cai em forma de chuva para fertilizar a terra? É uma estória de carochinha?

Eu não vou saber quantas percepções, interpretações, negações, confirmações, podem receber de quem não sabe o que não viu e não viveu, mas do não saber do meu ser eu posso dizer que do saber hermético guardado a sete chaves pode surgir a luz que não são dos astros conhecidos.

Tan, tan, tan, é a hora de acordar ao som do tamborim... Estou aqui me olhando no que escrevo para poder ver você me vendo na letra que contém uma linguagem que repassa a imagem de quem não sabe o que quer por não se conhecer e poder extrair daí o verdadeiro saber. Veja-me agora por um momento, sou um ser turbulento que na linguagem firo mortalmente o iníquo que não sabe ler no livro aberto da natureza e comete as maiores aberrações consigo mesmo como um iconoclasta abjeto sem saber que na sua essência reside um diamante etéreo precisando vir à luz para resplender com intensidade eterna neste mundo habitado por mortais.

Amigos(as)... Tchau!... Tchau!... J.H.Ramezoni


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